Eva Curió e Tânia Mendes deixaram a prisão após decisão judicial que determinou a revogação da custódia. A medida foi adotada no curso do processo, sem julgamento definitivo do mérito.
A decisão foi fundamentada na reavaliação dos requisitos da prisão preventiva, conforme prevê a legislação brasileira. Com isso, a Justiça entendeu que a manutenção da prisão não era mais necessária naquele momento processual.
As duas passaram a responder em liberdade. O processo continua em andamento. A liberação não significa absolvição nem arquivamento das ações judiciais.
Foram impostas medidas cautelares, conforme definido pelo juízo responsável. Entre elas, podem estar obrigações legais comuns nesse tipo de decisão, como acompanhamento judicial e restrições específicas, sem divulgação de detalhes sigilosos.
O Judiciário não informou prazo para a conclusão do caso. Até nova decisão, Eva Curió e Tânia Mendes permanecem fora do sistema prisional, vinculadas às determinações legais e aguardando os próximos atos do processo.


Deixe uma resposta