Queda na vacinação preocupa pediatras e exige atualização profissional
A cobertura da primeira dose da vacina contra o sarampo chegou a 86% no mundo em 2025, segundo a Organização Mundial da Saúde e o UNICEF. O índice fica abaixo dos 95% necessários para impedir a circulação do vírus e evitar surtos. Com isso, doenças como sarampo, coqueluche e meningite voltaram a aparecer em regiões onde já estavam controladas.
Esse movimento colocou o pediatra em uma posição central na saúde pública. O especialista passou a atuar no diagnóstico, no tratamento e na orientação das famílias sobre a importância da imunização.
O perfil das crianças atendidas também mudou. Os consultórios registram aumento de casos de alergias, obesidade, transtornos do neurodesenvolvimento e doenças respiratórias, além das infecções. Essas condições exigem acompanhamento contínuo e envolvimento de diferentes profissionais de saúde.
Novos protocolos clínicos e atualizações nos calendários vacinais tornam a educação continuada uma necessidade para quem trabalha na área. O pediatra precisa estar preparado para atender crianças em consultórios, hospitais, unidades de terapia intensiva, serviços de urgência e programas de saúde pública.
Com informacoes de G1.
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