Rope jump não tem regulamentação federal no Brasil e riscos são altos
Uma jovem de 21 anos morreu após ser lançada de uma ponte sem estar presa às cordas durante um salto de rope jump em Limeira, São Paulo. O caso trouxe atenção para a ausência de regulamentação federal específica para a prática no Brasil.
O rope jump consiste em saltar de grandes alturas preso a uma corda estática. A pessoa cai em queda livre até a corda se esticar e passa a balançar como um pêndulo. O serviço é cobrado entre R$ 90 e R$ 500.
A advogada Carolina Zullo, presidente da Comissão de Direito Desportivo da OAB de Campinas, explica que a atividade não é proibida. Sem lei específica, normas internacionais de turismo de aventura e equipamentos passam a valer. O Código de Defesa do Consumidor, o Código Penal e leis desportivas também se aplicam ao setor.
Os três instrutores presos pelo caso não respondem por praticar esporte sem regulamentação. Eles são suspeitos de homicídio por terem descumprido normas de segurança.
O presidente da Associação Brasileira de Rope Jump, Marco Jota, orienta quem quiser contratar o serviço a verificar se a empresa tem CNPJ ativo, registro no Cadastur do Ministério do Turismo, apólice de seguro de responsabilidade civil e o Selo de Rope Jump Seguro emitido pela associação.
Com informacoes de G1.
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